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EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO CRISTÃ PARA CRIANÇAS



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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Capas Para Apostilas de Atividades

Deixei algumas linhas para que você preencha a MATRIZ com os dados de sua turma, escola etc.
Linha 1 - nome da criança
Linha 2 - nome da escola
Linha 3 - nome do(a) professor(a), série e turma
Linha 4 - ano

Capa Mig & Meg
(essa será a capa da apostila da minha turminha esse ano - 2014)
Capa Ursinho Pooh
Capa Turminha da Graça
Capa Galinha Pintadinha

QUALQUER PROBLEMA NO DOWNLOAD POR FAVOR AVISAR.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Como Ensinar a Seu Filho Que Ler é um Prazer

Dicas para incentivar seu filho a ler todos os dias e, assim, ter amor pelos livros

Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP).

A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras.

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero? Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda.

Então, o que está esperando? Veja nossas recomendações e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece.

Quais são os benefícios da leitura?
Segundo o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos ligados à Educação, a leitura:

Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo.
Liga o senso crítico na tomada: livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.
Amplia o nosso conhecimento geral: além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação.
Aumenta o vocabulário: graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos
Estimula a criatividade: ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias…
Emociona e causa impacto: quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.
Muda sua vida: quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
Facilita a escrita: ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor.

Quando começar a ler para meu filho?

O quanto antes. As pesquisas mostram que quem começa a ler cedo tem mais chances de se tornar um leitor assíduo. Mostram também que o contato com narrativas melhora o futuro desempenho da criança. Por isso, leia - ou conte as histórias que você conhece - para seu filho desde bebê. É importante usar a entonação e a emoção!

Como incentivar meu filho a ler?
Pequenos passos, como deixar os livros ao alcance das mãos e ler pelo menos 20 minutos por dia, fazem toda a diferença. Algumas dicas práticas:

Dê o exemplo e leia você também. É bom para você e excelente para seu filho, que seguirá seu modelo naturalmente.
Deixe os livros à mão para ele folhear e inventar histórias. Livros têm de ser vividos, usados, não podem parecer objetos sagrados.
Reserve um horário para a leitura e transforme em um momento de prazer. Aconchegue-se com seu filho, leia para ele, mostrando as palavras. Quando ele crescer, ajude-o na leitura.
Frequente livrarias e bibliotecas. Dê livros, gibis ou revistas de presente.
Comente sempre o livro com ele. Incentive-o a falar da história e contá-la para outras pessoas.
Empreste livros para os amiguinhos dele. Estimule a troca e as conversas.
Estimule atividades que usem a leitura - jogos, receitas, mapas.


Como escolher um livro para meu filho?
Livros com temas atraentes e linguagem adequada para cada idade são garantia de diversão. "Para conquistar os pequenos leitores, é preciso recomendar livros pelos quais eles se interessem. Tomando o cuidado, claro, de escolher obras que proponham algum tipo de reflexão e que sejam bem escritas", diz Ana Elvira Casadei Iorio, professora do Colégio São Luís, de São Paulo (SP).

Cuidado para não forçar a barra - nunca obrigue a leitura nem indique obras impróprias para a sua faixa etária. "Se começarmos exigindo que eles leiam livros mais sérios e pesados, podemos perder o leitor", completa a professora.


Por que é importante que eu leia para o meu filho?
Antes de mais nada, porque isso vai estreitar o vínculo familiar... Afinal, trata-se de uma experiência compartilhada. Lendo, você ri e se emociona, mostra à criança seu lado humano e capta os sentimentos dela. Quem não se lembra da cena do filme "ET - O Extraterrestre" em que a mãe lê "Peter Pan", clássico de James M. Barrie, para a pequena Drew Barrymore: "Se você acredita em fadas, bata palmas!". E as duas batem palmas animadamente. Só Spielberg para mostrar tão bem esse momento de intimidade e alegria em família.



Quanto tempo eu devo ler para meu filho?
Nos Estados Unidos, são muitas as campanhas pró-leitura. Uma delas, da Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation, www.readingfoundation.org), que reúne instituições voltadas à disseminação da leitura, tem um slogan que diz muito em poucas palavras: "Leia com uma criança. São os 20 minutos mais importantes de seu dia". Ou seja, não é preciso ler por muito tempo, mas é importante inserir a leitura na rotina da criança e da família.


Como deve ser a leitura para crianças pré-alfabéticas?
Compartilhar uma história já é uma forma de leitura. "O fato de a criança ainda não saber ler convencionalmente não significa que não possa presenciar das mais variadas situações de leitura", explica Clélia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo (SP). Nesta situação, o adulto é um mediador entre a criança e o livro, ou seja, é ele quem lê para ela, de preferência com entonação e emoção. "Neste momento, o que interessa é o prazer pela leitura e o afeto que envolve o momento", reforça Clélia Cortez.

Muitos dos livros para crianças em fase de pré-alfabetização são verdadeiros brinquedos. Coloridos e dobráveis, eles são muito lúdicos, o que estimula o gosto pelos livros. "Desde pequenas, as crianças devem se sentir motivadas a ler. Elas precisam perceber a leitura como um desafio interessante e prazeroso", completa Clélia Cortez.


Como escolher um livro para crianças?
É importante atentar para a adequação entre a idade da criança e a faixa etária indicada no próprio livro. Indicações de parentes, amigos e principalmente, educadores, ajudam - e muito. É válido considerar também os temas que interessam mais aos pequenos leitores. Outro aspecto fundamental é apresentar às crianças narrativas simples, porém ricas - afinal os textos precisam ter vocabulário acessível, mas não podem subestimar o pequeno leitor. "Embora possa ser menor, a narrativa tem uma riqueza na construção da linguagem, até porque as crianças dessa idade estão em processo de construção da oralidade e precisam ter boas referências. A linguagem está relacionada com o pensamento, por isso a importância de oferecer ricas narrativas", diz Clélia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo (SP).



Como escolher um livro para adolescentes?
Para os mais velhos, vale a pluralidade de gêneros literários e finalidades - livros para divertir, para imaginar, para conhecer outras culturas, para estudar; livros que abordem valores e boas atitudes, que tenham personagens com os quais eles se identifiquem. O principal é, de novo, que tragam boas referências. "É nessa fase que os alunos estão começando a produzir seus próprios textos", diz a Lara Pecora Polazzo, professora do Colégio Santa Maria, de São Paulo (SP).


A leitura ajuda a aumentar o vocabulário?
Sim, a leitura ajuda a aumentar o vocabulário, pois familiariza a criança com a palavra escrita e, de quebra, ajuda a fixar a grafia correta das palavras e a construção harmônica das frases.

Textos com estrutura de repetição costumam ser muito apreciados pelas crianças. São fáceis de memorizar e ainda possibilitam a identificação das palavras repetidas, o que é importante para a alfabetização. "Ao acompanhar a leitura das palavras de um livro, a criança, mesmo que ainda não seja alfabetizada, vai sendo introduzida no mundo das letras", afirma Célia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo (SP).


Como diferenciar um livro ruim de um bom?
Em tese, toda leitura é bem-vinda. Ter contato com obras de diferentes estilos é fundamental. "Livros para divertir, para imaginar, para conhecer outras culturas, para estudar; livros que abordem valores e boas atitudes, que tenham personagens com os quais as crianças se identifiquem", afirma Lara Pecora Polazzo, professora do Colégio Santa Maria, de São Paulo (SP). Por isso, não há problemas em ler com interesse - compulsão, até - best-sellers como Crepúsculo ou Harry Potter. Mas os pais têm obrigação de intermediar o contato do filho com outras experiências literárias. "A orientação de um leitor mais experiente é muito importante", diz Neusa Sallai, professora do Colégio Rio Branco, de São Paulo (SP).


É importante que eu mesmo leia?
Sim, pois o hábito da leitura é contagiante. Se os pais, volta e meia, ficam quietinhos, mergulhados num bom livro, a criança com certeza receberá a mensagem: ler é gostoso. Por isso, dê o bom exemplo. A pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", publicada pelo Instituto Pró-Livro em 2009, indica que, 55% dos entrevistados que não lêem nunca viram os pais lendo e 86% nunca foram presenteados com livros na infância. Precisamos mudar isso!

Quer que seu filho leia mais? Então faça o mesmo e comece a substituir alguns momentos em frente à TV pela leitura.

Sempre que estiver lendo um jornal, chame seu filho para ver algo interessante que você encontrou. Pode ser uma tirinha engraçada, uma imagem ou uma notícia do interesse dele.


Não sabe que programas fazer com as crianças? Frequente livrarias. Deixe seus filhos folhearem os livros, leia histórias para eles e, quando possível, leve algum para casa. E, mesmo que você possa, não compre muitos num só dia. Procure manter o hábito de voltar lá outras vezes e levar um por vez.


Quantos livros meu filho deve ler por ano?
Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), cada brasileiro lê pouco mais de dois livros por ano. Na Inglaterra, que tem um dos melhores sistemas de ensino do mundo, a média chega a cinco livros anuais. Que tal acompanhar o ritmo dos ingleses ou, até mesmo, superá-lo?


Eu não tenho dinheiro para comprar livros. O que faço?
Para quem não compra livros porque são caros, é hora de abandonar a desculpa: a maioria dos brasileiros não precisa, necessariamente, gastar aos montes nas livrarias. Segundo dados do IBGE, 85% dos nossos municípios possuem bibliotecas públicas e bem equipadas! Acostume-se a frequentá-las com o seu filho e mostre quanta coisa interessante ele pode descobrir com os livros.



Leia mais sobre o assunto em:




População dividida

Pesquisa mostra que metade do país não tem o hábito da leitura. Aponta também que o contato com livros é maior entre crianças que entre adultos e que isso se deve mais à obrigação escolar que ao interesse pessoal.
Leia mais sobre essa pesquisa AQUI.





VAMOS LER MAIS BRASIL!!!


TODAS AS IMAGENS FORAM RETIRADAS DA INTERNET, SE VOCÊ TEM O DIREITO AUTORAL SOBRE QUALQUER UMA EXPOSTA AQUI ENTRE EM CONTATO PARA QUE OS CRÉDITOS SEJAM COLOCADOS OU PARA QUE A IMAGEM SEJA RETIRADA.

Volta às Aulas 2014

O Blog da Tia Jaque deseja a todos os profissionais da Educação, alunos e pais um excelente e abençoado ano letivo.
Vamos que vamos!!! 


Primeiro Dia de Aula. O Que Fazer?


Sabemos que a academia nos forma, porém a profissionalização mesmo só adquirimos com a prática, quem nunca se perguntou: "O que farei com os alunos no primeiro dia de aula?"
É um questionamento comum e quem entra na profissão de professor vai acabar passando por isso.
Reuni então algumas dicas para o primeiro dia de aula. Essas dicas servem bastante para o ensino fundamental, principalmente primeiro ano, mas dá pra ser adaptada também para o ensino infantil.

Acolhimento dos Alunos

Considerando as especificidades dos alunos do primeiro ano e as necessidades de aprendizagens, neste documento há algumas sugestões de atividades para os primeiros dias de aula. Vale lembrar que muitas dessas atividades devem ser desenvolvidas diariamente no decorrer do ano letivo.
No momento em que as crianças chegarem, deverão ser recebidas pelo professor. O importante é que haja uma interação entre os professores e os pais desses alunos, portanto, a escola deve estar toda preparada para recebê-los.
Os pais ou responsáveis devem ser orientados a acompanhar os filhos até a entrada da sala de aula, onde o professor irá recebê-los. Em seguida, os pais devem ser encaminhados ao pátio da escola, para que, junto com os gestores, participem de uma apresentação da proposta de ensino, da rotina dos primeiros dias, do respeito às especificidades da faixa etária, do que as crianças irão aprender durante o ano (expectativas de aprendizagem), de como os pais podem ajudar nas tarefas dos filhos, bem como o desenvolvimento das atividades no decorrer do ano letivo.
Em sala de aula o professor organizará a turma para uma roda de conversa.

Roda de Conversa
Essa atividade permite aos alunos participarem de momentos de intercâmbio, ocasião em que ouvem os colegas, formulam perguntas e emitem opiniões sobre o tema discutido. Em situações como esta, em que as crianças são convidadas a relatar suas vivências, suas opiniões acerca de determinado tema ou assunto, suas impressões etc., elas são inseridas na linguagem oral, partilhando coletivamente os seus significados e apropriando-se dos significados do outro. Por meio da linguagem e da interação, as crianças podem ter acesso a outras realidades. Cabe ao professor estimular seus alunos a esse intercâmbio, considerando que a “conversa” deva ser vista como um conteúdo a ser trabalhado em sala.
Na roda de conversa, o professor, em primeiro lugar, deve contextualizar o motivo da atividade, visto que este seja o primeiro contato que ocorrerá na condição de alunos e professor. Cabe ao professor apresentar-se, pois isso servirá de modelo para que as crianças, posteriormente, sejam convidadas a falar de suas vidas como, por exemplo: Quem é? O que gosta de fazer quando não está na escola? Frequentou a pré-escola? Quais são os pratos ou comidas preferidas? De que brincadeiras gostam? Estas e outras perguntas afins podem fazer parte desta roda de conversa.

Turismo pela Escola
É uma atividade que tem por finalidade apresentar os vários ambientes da escola, favorecendo o conhecimento de todos os espaços, sua utilização, bem como a apresentação dos funcionários e suas respectivas funções. Esse é um ótimo momento para integrar os alunos que estão frequentando pela primeira vez a escola.
O importante, nesta atividade, é que o professor explore os espaços que os alunos começarão a frequentar. Entretanto alguns desses espaços devem ser sondados mais atentamente, como, por exemplo, o espaço de leitura da escola, que precisa ser apresentado como um local nobre que os alunos poderão utilizar sempre que necessitarem. Além disso, é importante reiterar que algumas aulas poderão ser ministradas nesse espaço.

A avaliação diagnóstica inicial constitui-se em instrumento imprescindível ao planejamento pedagógico, pois oferece condições para que os docentes conheçam o perfil de seus alunos e reflitam sobre seus saberes e não saberes, direcionando seu trabalho em sala de aula. Contudo, para que esta avaliação cumpra seus objetivos, é fundamental que seja realizada de forma criteriosa. Assim, no início do ano letivo, os diferentes atores envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem, professores coordenadores das Unidades Escolares e professores, precisam incluir nos espaços de formação e de trocas de experiências, que são momentos significativos de discussão sobre como avaliar a aquisição do sistema de escrita e a competência leitora e escritora de seus alunos, bem como os conhecimentos matemáticos.
Nessa perspectiva, deve-se fazer uma avaliação diagnóstica dos alunos no que concerne à aquisição do sistema de escrita e da produção textual, pois convém que o educador examine o que os alunos já sabem, registrando suas observações, para poder planejar as primeiras intervenções.

Brincadeiras
As situações de brincadeira favorecem a interação, o movimento e autonomia entre as crianças. Quando participam de brincadeiras as crianças externam seus sentimentos e aprendem a se conhecer, em especial, quando interagem com os adultos e demais crianças. O contato com as regras da brincadeira permite que as crianças se apropriem de atitudes próprias do convívio coletivo.
FONTE: Cantinho do Educador Infantil


Outras sugestões:
  • Desenho Livre;
  • Desenho Dirigido (depois de uma contagem de história);
  • Pintura;
  • Contação de História;
  • Fantoches;
  • Música e Dança;
  • Filme Educativo;
  • Filme Musical;
  • Massinha de Modelar;
  • Brinquedos (para crianças que choram);

Se você vai fazer algo diferente com seus alunos no primeiro dia de aula registre nos comentários.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Elástico Personalizado Para Cadernos

Olha que coisa mega fofa que a BoniFrati fez!!!! E mais, eles disponibilizaram o molde e o passo-a-passo!!

PASSO-A-PASSO E MOLDE

Centopeia Numérica em EVA - Com Molde



Oi amorecos. 
Enfim consegui organizar o molde da centopeia numérica para postar aqui. É bem simples de fazer. Você pode ainda utilizá-la para colocar as vogais e até mesmo o alfabeto (ela vai virar literalmente uma centopeia rsrs). 

1- Cabeça (você pode inclusive usar um prato comum como molde já que está incompleto na imagem;
2- Corpo;
3- Boca;
4- Olho (parte maior);
5- Olho (parte menor);
6- Nariz;
7- Sobrancelha;
8- Antena;
9- Perna;
10- Sapato.

clicar para ampliar e salvar;
moldes dos números AQUI.

Se você vai utilizar essa centopeia eu vou amar ler um comentário seu. Abraço!

Fiquem com Deus!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Como Ajudar no Acolhimento e na Adaptação Escolar de Crianças Bem Pequenas

A primeira criança é a Cecília e esta é uma foto real do seu primeiro dia na escola.
FONTE: Natz Firefly
A adaptação das crianças bem pequenas é um desafio para elas, para a família e para os professores
Na Educação Infantil, seja creche ou pré-escola, a adaptação das crianças de 2 e 3 anos é a mais desafiadora. Nessa faixa etária, elas até querem estar com outras crianças, mas querem ir para o colo dos pais a todo momento ou, pelo menos, quando estão cansados. Porém, na escola não é bem assim, porque eles têm de dividir o colo do professor com os colegas. Aí mora o desafio do professor, que terá que conquistar cada uma das crianças e todas ao mesmo tempo.
Essa tarefa não é nada fácil. Por isso, o professor precisa de muita ajuda no início do ano e cabe ao coordenador pedagógico lhe dar suporte para planejar e antecipar boas atividades e intervenções para esse momento delicado.

São muitas as expectativas e as dúvidas das famílias, que sentem insegurança e se perguntam se está certo deixar seu filho tão pequeno na escola, se o professor será atencioso, se compreenderá as necessidades físicas e afetivas dele… Como vocês podem ver, são muitos “se”, que refletem até um possível desconhecimento do real papel da escola de Educação Infantil.

Por outro lado, as crianças também passam por muitos desafios no início da vida escolar, porque não é nada fácil sair de sua rotina familiar, ter que dividir o professor com tantas outras crianças e não ter seus desejos atendidos imediatamente como ocorria em sua casa.

E o professor nessa história? Sem dúvidas, é um período difícil para ele também, caso sua turma de 2 ou 3 anos esteja vindo pela primeira vez à escola. Será preciso bastante tempo e intervenções dele para que os pequenos se apropriem da rotina. Ele há de olhá-los individualmente e em grupo compreender os hábitos de cada um (uso de fraldas, chupeta, como se alimenta, etc.) até que todos estejam adaptados e que ele conquiste a confiança das famílias.

Como o coordenador pedagógico pode ajudar?
A primeira ação já deve ter ocorrido ou acontecerá antes do início das aulas. Ela consiste em uma reunião com os pais novatos para apresentar a proposta pedagógica e o espaço da escola.
Agora, é hora de orientar os professores, estagiários e funcionários para que, tanto o acolhimento (primeiro dia na escola) como a adaptação sejam bem planejados e ocorram com a maior tranquilidade possível.

O que precisamos fazer junto com a direção da escola?
Orientar e auxiliar os professores na elaboração do planejamento de adaptação, geralmente de duas a quatro semanas bem diferenciadas;
Tematizar com professores e demais profissionais que atuarão diretamente com as crianças os desafios desse período, auxiliando-os a construir a disponibilidade interna necessária para agir com bom senso e tranquilidade frente às demandas que um grupo novo de famílias e crianças requer;
Orientar os funcionários para que compreendam a especificidade desse período, o porquê de alguns pais permanecerem na escola, o cuidado com comentários e como podem ajudar conforme sua área de atuação;
Estar disponível nos primeiros dias para orientar as famílias e auxiliar os professores durante todo o período de aula é a principal atribuição da equipe de direção nessa época;
Orientar a organização da sala de aula considerando a idade das crianças. A sala de atividades para crianças de 2 e 3 anos precisa de espaço e uma organização de tal maneira que o professor enxergue a todos de qualquer lugar que ele esteja
Organizar os cantos delimitando-os com tapetes confeccionados de papelão e revestidos de plástico cristal bem grosso é uma ótima solução. As mesinhas podem ser inseridas mais pra frente, quando as crianças já tiverem incorporado a rotina da escola (como as crianças são muito pequenas, muitas escolas optam por trabalhar sem mesinhas até os 3 anos)
Providenciar livros, preferencialmente de capa dura, brinquedos e objetos variados em quantidade suficiente para todas as crianças. Muitos podem ser confeccionados com caixas, potes coloridos, papel contact e papéis coloridos. Enquanto as aulas não começam, é possível envolver outros profissionais da escola para ajudar nessa confecção. É impressionante como descobrimos muitos talentos para construir brinquedos, entre os funcionários, quando levamos alguns exemplos e disponibilizamos materiais.

Bem, há muito trabalho antes de as crianças começarem. Por isso, quero compartilhar com vocês algumas orientações iniciais para os professores. Vocês podem acessá-las clicando no link ao lado.

E na sua escola, como é o planejamento dos primeiros dias dos pequenos?
Por Leninha Ruiz
FONTE: Gestão Escolar
Essa lindeza da foto chama-se Alice e acordou bem cedo para seu primeiro dia na escola. Alice está com 1 ano e 5 meses. Haja coração!!!!!!
Já arrumada e produzida, Alice chega na Creche.
Com a mamãe Patrícia.
FONTE: Sussurros Gocalita
LEIA MAIS SOBRE ADAPTAÇÃO AQUI.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Jo Frost - A Supernanny

Conheci o trabalho da Jo a pouco tempo e tenho que admitir que ela é fera nos que faz. São pessoas assim como Jo e como a Cris Poli (Supernanny Brasileira) que me inspiram no meu trabalho com as crianças.  


Joanne Amanda Frost, mais conhecida como Jo Frost é uma babá, escritora e personalidade de televisão britânica, conhecida por estrelar o reality Supernanny, programa de televisão que foi criado pela televisão da Inglaterra e é adaptado a outros países. Jo nasceu em Londres, em 27 de junho de 1971.
As crianças têm sido uma grande parte da vida de Jo desde o início. Ela sempre teve um dom natural para se conectar com as crianças em seu próprio nível, e para conectar o pai e a criança organicamente. Com mais de 20 anos no acolhimento de crianças, ela aprimorou seus métodos bem-sucedidos com a experiência da vida real. Ela incentivou e ajudou famílias com diferentes desafios de criação dos filhos e continua a colocar soluções práticas para as casas, se os problemas são desafios extremos ou diários. Ela é conhecida e respeitada por psicólogos infantis, assistentes sociais, professores, pediatras e por muitas celebridades que têm famílias e valorizam sua integridade.


Leia mais sobre Jo e conheça seu site AQUI.


FONTE: Wikipedia, Jo Frost.

10 Atitudes Para Fazer Seu Filho Obedecer

Descubra se você age corretamente.

Falar, mandar e repetir tudo de novo parece chato, mas muitas vezes é fundamental para a educação de uma criança. Não obedecer na primeira vez em que os pais chamam a atenção não significa que o filho está fazendo pirraça – mas é preciso cuidado para que não vire. "O processo de aprendizagem é contínuo e por isso precisa ser revisto sempre. Repetir muitas vezes para que a criança compreenda e execute uma determinada tarefa é comum", explica a psicóloga infantil Jéssica Fogaça.

Isso ocorre porque o processo de memorização se constitui aos poucos. "Iniciamos a fala com balbucios, depois com algumas sílabas para então chegar às palavras e, finalmente, às frases completas. O desenvolvimento humano é um processo repleto de etapas. Partimos das mais simples para as mais complexas", diz a especialista.

Uma coisa de cada vez
Se o filho não obedecer na primeira vez ou depois de tantas outras, o problema pode estar também na forma como a informação foi passada e não em seu conteúdo. Acontece de os pais falarem tanta coisa ao mesmo tempo que as crianças não memorizam tudo na hora. Ser claro e objetivo na solicitação e fazer um pedido apenas por vez são os primeiros passos para o entendimento.

Desde cedo, as crianças aprendem que pai ou mãe não ficarão repetindo a mesma ordem, mas vão exigir obediência. "Geralmente, chegam aos cinco anos cedendo ao primeiro 'não'. A desobediência ocorre ainda porque este processo de repetição significa para o filho um meio de manter a atenção dos pais voltada para ele, que, em última instância, fica no domínio da situação", diz a psicopedagoga Maria Irene Maluf.

Pode ser que ele esteja fazendo pirraça para chamar a atenção. Se esse for o caso, cuidado: a criança entende que não obedecer vale a pena e que, em algum momento, vai tirar vantagem disso, afinal, os adultos vão se cansar e ela vai fazer o que quer, como um sinal forte de falta de limites.

Nada de barganha
Prometer um castigo e não cumprir é tão nocivo para a educação do filho quanto fazer pequenas trocas na base da chantagem. "É preciso ser coerente na fala e pensar antes de dar a ordem e a consequência de seu não cumprimento. Ceder por insistência das crianças demonstra falta de autoridade e desfavorece as ordens", conta a psicopedagoga Maria Cecília Galelo Nascimento, professora da Unip (Universidade Paulista).

Dar mais liberdade e alternativas para os filhos agirem é bom desde que haja supervisão e que eles saibam que existem consequências boas ou ruins. "As crianças devem entender logo cedo que os pais mandam, têm maior conhecimento das coisas e são responsáveis por tudo o que fizerem. Pais são diferente dos irmãos ou dos amiguinhos", completa Maria Irene.



LIÇÕES PARA UM FILHO OBEDIENTE


1. Tenha certeza do que fala. Tanto da ordem que passou quanto de sua clareza e entendimento. Explique objetivamente o que espera que seu filho faça e o que pode acontecer se não obedecer.

2. Crianças contrariadas choram. Elas estão começando a viver dentro da realidade, o que nem sempre está de acordo aos seus desejos. Mas frustração, quando adequada à faixa etária, ensina a superar problemas no presente e no futuro, principalmente se os pais estiverem no comando.

3. Evite falar demais. Crianças não precisam de longos discursos sobre as razões pelas quais podem ou não fazer determinadas coisas. Basta falar: resolvi por que é melhor para você.

4. Saiba escutar seu filho. Ao dar a ordem, use de bom senso quando ele tentar negociar e chegar a um acordo. Assim, a criança se vê cumprindo a ordem e os pais ficam satisfeitos e com autoridade.

5. Cuidado com "sim" e "não". Eles devem ser definitivos, combinados entre os pais e longe dos filhos. Nada pior que um dos pais tirar a autoridade do outro.

6. Seja sensato e firme. Demonstre autoridade com uma fala objetiva e com tom de voz firme, porém amigo. Aja com bom senso ao dar uma ordem. De nada adianta pedir algo que está além da capacidade da criança.

7. Fique em alerta com a desobediência frequente. Isso significa que algo está errado e a frustração dos pais muitas vezes se transforma em palavras e modos rudes. Se perceber que vai perder o controle, saia do ambiente que está com a criança e só volte quando estiver seguro do que falar e fazer.

8. Dê atenção e amor. Pergunte para o filho como foi seu dia, como se sentiu na escola. Se algo estiver errado (fez birra com a professora, por exemplo), avise que ele errou e que pode sofrer um castigo por isso. Elogie bons comportamentos com beijos e abraços. Nada de trocar por presentes e promessas de vantagens.

9. Diga "não" quando for preciso. Sempre de forma educada, controlada e segura. Isso não magoa a criança, não tira a liberdade de expressão, de movimentos ou a criatividade, mas a torna mais confiante e forte.

10. Imponha limites. Os filhos não adivinham o que devem fazer e se sentem inseguros se não tiver alguém tomando conta deles, conduzindo seu comportamento nos momentos de novas experiências. Limites são bons para as crianças e para os pais.



FONTE: Mulher Uol

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Dia do Ceará - Um Pouco da História do Estado

O estado do Ceará completará 215 anos de autonomia da Capitania de Pernambuco no próximo dia 17 de Janeiro; vamos saber um pouco mais sobre esse estado brasileiro tão acolhedor.


O Ceará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na Região Nordeste e tem por limites o Oceano Atlântico a norte e nordeste, Rio Grande do Norte e Paraíba a leste, Pernambuco a sul e Piauí a oeste. Sua área total é de 148.825,6 km², 6 ou 9,37% da área do Nordeste e 1,7% da superfície do Brasil. 

A população do estado estimada para o ano de 2008 foi de 8.450.527 habitantes, conferindo ao território a oitava colocação entre as unidades federativas mais populosas.

A capital e maior cidade é Fortaleza, sede da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Outras cidades importantes fora da RMF são: Juazeiro do Norte e Crato na Região Metropolitana do Cariri, Sobral na região noroeste, Itapipoca na região norte, Iguatu na região centro-sul, Aracati na Região do Vale do Jaguaribe e Quixadá no sertão. Na RMF, cidades importantes como Eusébio, Horizonte, Maranguape, Maracanaú e São Gonçalo do Amarante, sede do Porto do Pecém, incrementam o PIB cearense. Ao todo são 184 municípios.

É atualmente o décimo terceiro estado mais rico do país, sendo o terceiro mais rico do Nordeste. A capital, Fortaleza, é o município com o maior PIB do Nordeste, e o 9º maior do país. O Ceará apresentava, em 2010, a melhor qualidade de vida do Norte-Nordeste segundo a FIRJAN.

Abriga o maior parque aquático da América Latina, o Beach Park, na praia do Porto das Dunas, que recebe cerca de 1 milhão de visitantes por ano. O estado também abriga o quarto maior estádio de futebol do Brasil, o Estádio Governador Plácido Castelo (Castelão), que tem capacidade para 67.000 pessoas.

O estado é conhecido nacionalmente pela beleza de seu litoral, pela religiosidade popular e pela imagem de berço de talentos humorísticos. A jangada, ainda comum ao longo da costa, é considerada um dos maiores símbolos do povo e da cultura cearenses. O Ceará concentra 55% de toda caatinga do Brasil. Terra de Rachel de Queiroz, Patativa do Assaré e José de Alencar, o Ceará também descobriu os maiores humoristas do país como Renato Aragão, Tom Cavalcante e Chico Anysio; além do cearense do século, Padre Cícero; e atores famosos como José Wilker, Gero Camilo e Luiza Tomé, além do físico Cláudio Lenz Cesar, participante de experimentos pioneiros do CERN com antimatéria.

O Ceará é conhecido como "Terra da Luz", numa referência à grande quantidade de dias ensolarados, mas que também remonta ao fato de o estado ter sido o primeiro da federação a abolir a escravidão, em 1884, quatro anos antes da Lei Áurea. Por esse fato, o jornalista José do Patrocínio considerou o estado como "a terra da luz".

O topônimo Ceará tem vários significados, porém o mais conhecido e aceito significa, literalmente, canto da jandaia. Segundo o escritor José de Alencar, Ceará é nome composto de cemo - cantar forte, clamar, e ara - pequena arara ou periquito (em língua indígena). Há também teorias de que o nome do estado derivaria de Siriará, referência aos caranguejos do litoral.

Leia mais sobre o Estado do Ceará AQUI.

Acesse também: WWW.CEARA.GOV.BR


FONTE: Wikipedia, No Pátio

Diplomas Para Educação Infantil

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FONTE: EDIBA

Placas Para Regrinhas (Pode/Não Pode - Carinhas)



Atividade Artística Borboleta Dobrada

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FONTE: REVISTA NAUCZYCIELKA PRZEDSZKOLA - EDIBA

Crachá-Broche





FONTE: REVISTA NAUCZYCIELKA PRZEDSZKOLA - EDIBA

Molde Para Apoio de Moldura



 
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FONTE: REVISTA NAUCZYCIELKA PRZEDSZKOLA - EDIBA


domingo, 12 de janeiro de 2014

Como Posso Criar um Criminoso?

A Bíblia nos ensina em Provérbios 22.6: "Ensina a criança no caminho que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele." 
A chefia de polícia de Houston, Texas (EUA), publicou as seguintes diretrizes irônicas sobre a educação de filhos:

Como posso conduzir meu filho a caminhos errados?
  1. Desde pequeno, dê ao seu filho tudo que ele deseja.
  2. Ache graça quando seu filho disser palavrões, pois assim ele ficará convencido da sua originalidade.
  3. Não lhe dê orientação espiritual. Espere que ele mesmo escolha "sua religião" depois dos 21 anos de idade.
  4. Nunca lhe diga que ele fez algo errado, pois isso poderia deixá-lo com complexo de culpa.
  5. Deixe que seu filho leia o que quiser... A louça deve ser esterilizada, mas o espírito dele pode ser alimentado com lixo.
  6. Arrume pacientemente tudo que ele deixar jogado: livros, sapatos, meias. Coloque tudo em seu lugar. Assim ele se acostumará a transferir a responsabilidade sempre para os outros.
  7. Discuta freqüentemente diante dele, para que mais tarde ele não fique chocado quando a família se desestruturar.
  8. Dê-lhe tudo em comida, bebida e conforto que o coração dele desejar. Leia cada desejo nos seus olhos! Recusas poderiam ter perigosas frustrações por conseqüência.
  9. Defenda-o sempre contra os vizinhos, professores e a polícia; todos têm algo contra seu filho!
  10. Prepare-se para uma vida sem alegrias – pois é exatamente isso que o espera!
Quem "educar" seus filhos dessa maneira, realmente deve esperar anos difíceis, pois a Bíblia diz em Provérbios 29.15b: "...a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe". Aquele, entretanto, que seguir a Palavra de Deus na educação, experimentará o que diz Provérbios 29.17: "Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma." 

Norbert Lieth
FONTE: Chamada

Norbert Lieth é Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.